Que cette année soit empreinte de succès
Que 2025 soit une année douce et lumineuse, des moments de rêve et de rires contagieux. Que vos efforts soient récompensés et que la chance vous accompagne sur tous les chemins.
Que cette année soit empreinte de fierté et de moments inoubliables. Que vous trouviez dans chaque jour une nouvelle raison de sourire. Excellente année, pleine de grâce et d'harmonie !
Bonne année, sous le signe du bonheur !
LDT NEWS 03 JANVIER 2025
Este é o terceiro dia do ano. Faltam 363 dias para o termo de 2025.
Pensamento do dia: "O erro da sociedade é ser um maquinismo em vez de um organismo". Teixeira de Pascoaes (1877-1952), escritor português.
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Le 3 janvier est le 3e jour de l'année du calendrier grégorien.
Il reste 362 jours avant la fin de l'année, 363 dans le cas où elle est bissextile.
IXe siècle
- 898 : Charles III devient roi des Francs.
- 1521 : excommunication de Martin Luther de l'Église catholique romaine.
Dicton
- « Sainte-Geneviève ne sort point, si Saint-Marcel ne la rejoint. »
- (Saint Marcel est aussi un saint-patron à Paris, entre 5e et 13e arrondissements contemporains).
- Signe du zodiaque : 13e jour du Capricorne.
David Bruno, intitulado "Paradise Village"
Festival Caminhos Cruzados marca arranque da nova temporada da Casa da Música
Porto, 02 jan 2025 (Lusa) – O festival Caminhos Cruzados e os recitais de Francisco Costa e Yoav Levanon são alguns dos momentos que marcam este mês o arranque da nova temporada da Casa da Música, no Porto, foi hoje anunciado.
O Concerto de Ano Novo da Orquestra Sinfónica do Porto no sábado e no domingo, pelas 18:00, marca a entrada no novo ano, que pretende, em janeiro, celebrar a diversidade musical.
Este mês, o Ciclo Piano inicia-se com dois recitais "de jovens talentos", um de Francisco Costa, no qual a música russa e soviética do século XX domina, e outro de Yoav Levanon, que interpreta obras de Bach, Chopin e Liszt.
O recital do jovem português Francisco Costa está agendado para terça-feira, pelas 21:00, enquanto o pianista Yoav Levanon sobe ao palco da Sala Suggia no dia 28 de janeiro, também pelas 21:00.
Levanon, de 20 anos, irá apresentar-se também ao lado da Orquestra Sinfónica, sob a direção de Anna Rakitina, para interpretar a Rapsódia sobre um tema de Paganini, de Sergei Rachmaninoff.
O festival Caminhos Cruzados, que inaugura a temporada de 2025 e se estende por duas semanas, começa no dia 10 com "Cruzamentos Ibéricos", da Orquestra Sinfónica do Porto, sob a direção do maestro espanhol Julio García Viço que se estreia na Casa da Música com um conjunto de partituras das primeiras décadas do século XX.
Seguem-se "Triplo de Bach", da Orquestra Barroca, "O Regresso de Steve Reich", do Remix Ensemble, "World as Lover", da Orquestra Sinfónica do Porto, e "Bohemian Rhapsody", do Coro Casa da Música, que a 19 de janeiro, pelas 18:00, encerra o festival.
A apresentação do novo álbum de David Bruno, intitulado "Paradise Village", e o projeto Wanderer Songs, que homenageia Zeca Afonso, são outros dos momentos que marcam o mês de janeiro, que conta também com concertos escolares, atividades para as famílias, ensaios livres e o primeiro módulo do curso livre de História da Música, que explora a evolução do piano.
Este ano, a Casa da Música vai assinalar vários aniversários, a começar pelos seus 20 anos em abril, com a Sinfónica e o Coro, dirigidos pelo maestro titular da orquestra, Stefan Blunier, para interpretar a "Missa Glagolítica" de Leoš Janáček, e, com a Orquestra Barroca e o maestro titular, Laurence Cummings, oferecer o "Stabat Mater" de Pergolesi, na versão de Bach.
Arte Poética
Escrever um poema
é como apanhar um peixe
com as mãos
nunca pesquei assim um peixe
mas posso falar assim
sei que nem tudo o que vem às mãos
é peixe
o peixe debate-se
tenta escapar-se
escapa-se
eu persisto
luto corpo a corpo
com o peixe
ou morremos os dois
ou nos salvamos os dois
tenho de estar atenta
tenho medo de não chegar ao fim
é uma questão de vida ou de morte
quando chego ao fim
descubro que precisei de apanhar o peixe
para me livrar do peixe
livro-me do peixe com o alívio
que não sei dizer
Adília Lopes, in 'Um Jogo Bastante Perigoso'
A biografia do Papa, livros premiados e novos portugueses nos destaques editoriais de 2025
Lisboa, 31 dez 2024 (Lusa) - A autobiografia do papa, quatro romances de Clarice Lispector, um inédito de Edith Wharton, obras premiadas e novos livros dos portugueses Ana Teresa Pereira, Cláudia Andrade, Hugo Gonçalves e Rui Nunes são algumas das novidades literárias para 2025.
Numa antecipação ao que será publicado no próximo ano, as editoras revelam alguns dos livros e autores a chegarem proximamente às livrarias, como é o caso da autobiografia do Papa, "Esperança", a primeira alguma vez escrita por um papa no ativo, editada pela Nascente.
Também do grupo Penguin Random House Portugal, mas pela Companhia das Letras, vão sair os quatro primeiros romances de Clarice Lispector, de quem será publicada a obra completa.
Na mesma chancela, haverá um novo livro para juntar à coleção de não-ficção literária, da autoria da poeta Margarida Ferra, que se estreia na prosa, e um novo livro de Hugo Gonçalves.
A Elsinore celebra dez anos e vai lançar dez livros, na sua grande maioria de mulheres escritoras, entre as quais algumas novidades, como Ariana Harwicz, a par de nomes já presentes no catálogo, como a portuguesa Cláudia Andrade, as argentinas Fernanda Melchor e Samanta Schweblin, a italiana Michela Murgia e a brasileira Tatiana Salem Levy.
Entre as novidades da Bertrand Editora, inclui-se a publicação do romance "O Julgamento de Espinosa", de Jacques Schecroun, da biografia "O Imperador Vermelho: Xi Jinping e a Nova China", de Michael Sheridan, e o policial "A Pluma Mágica de Gwendy", de Richard Chizmar.
Na Quetzal, um dos destaques é a reedição de "O Papagaio de Flaubert", de Julian Barnes, um dos mais falados finalistas do Prémio Booker, em 1984, vencedor dos Medicis e Fémina, numa edição especial que assinala os 40 anos da primeira publicação, com prefácio do próprio Julian Barnes.
"História da Medicina Portuguesa Durante a Expansão", de Germano de Sousa, na qual o autor faz "uma reflexão sobre o que foi a história da atividade médica e assistencial em Portugal e nas terras descobertas", é uma das novidades da Temas e Debates.
Um livro de viagens do escritor cubano Leonardo Padura, "Ir a la Habana", "O Ateliê dos Recomeços", da escritora coreana Yeon Somin, inédita em Portugal, e "Victoria", romance vencedor do Prémio Planeta 2024, da autora espanhola Paloma Sánchez-Garnica, vão ser lançados pela Porto Editora.
A Assírio & Alvim recupera a edição de 1992 de "As Flores do Mal", de Charles Baudelaire, com tradução de Fernando Pinto do Amaral, vencedora dos prémios PEN Club e Associação Portuguesa de Tradutores.
"Prestidigitação", de Maria Stepánova, considerada uma das escritoras mais talentosas da atual literatura russa, de quem está publicado em Portugal apenas o livro "Memória da memória", é uma das apostas da Relógio d'Água.
A editora tem no seu planeamento editorial para o próximo ano a publicação de novos livros de autores portugueses, como é o caso de Ana Teresa Pereira, com "Have Ya Got Any Castles, Baby", e Rui Nunes, com "Não é ainda o pânico".
Da escritora catalã Eva Baltasar, sairá o romance "Boulder", que foi finalista do prémio Booker 2023, e da chinesa Can Xue, frequentemente apontada como um dos nomes favoritos ao Nobel da Literatura, será publicado o romance "Fronteira", o segundo da escritora a ser editado em Portugal, depois de "O amor no novo milénio" (Quetzal).
A Relógio d'Água vai ainda lançar uma série de novos livros de nomes consagrados que já constam do seu catálogo, como é o caso de Marilynne Robinson, de quem publicará "Uma leitura do génesis", Maggie O'Farrell, com "O estranho desaparecimento de Esme Lennox", Rachel Cusk, "Obra de uma vida", e Jenny Erpenbeck, "Visita".
Outros autores que estão de volta a esta editora são a japonesa Yoko Ogawa, de quem será publicado "A empregada e o professor", o americano-líbio Hisham Matar e o seu romance "Os meus amigos", o dramaturgo, roteirista, cineasta e romancista britânico de ascendência paquistanesa Hanif Kureishi, com "Destroçado", e o australiano Richard Flanagan, com o romance "Problema 7", vencedor do prémio Baillie Gifford.
Outros destaques da Relógio d'Água são a publicação do primeiro volume de "The Torch Trilogy", "Songlight", de Moira Buffini, a edição inédita em Portugal do romance de Edith Wharton "Os Costumes do País", original de 1913, e a publicação de "Os Lobos da Floresta da Eternidade", de Karl Ove Knausgård.
A Almedina vai lançar uma nova coleção, "Astros do futebol", cujos primeiros dois volumes, da autoria de Luque Paton, são dedicados à história dos jogadores Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, na chancela Minotauro.
"Mais poderosos do que os Estados", de Christine Kerdellant (Edições 70), e "O direito de não ser desinformado", de Vania Baldi (Edições Almedina), são outros destaques da editora.
O romance vencedor do Prémio Literário Agustina Bessa-Luís 2024, "O Processo", de Dulce de Souza Gonçalves, a obra crítica "O Silêncio dos Livros seguido desse vício ainda impune", de George Steiner e Michel Crepú, em nova edição com prefácio de Onésimo Teotónio Almeida, e um novo romance do escritor britânico Ian McEwan são algumas das novidades da Gradiva para 2025.

